Amor Ilimitado - a dor de amar demais.

E-book Mulheres que Amam Demais by Vera Mattos

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Masmorras e Insubstituíveis Seres.

Masmorras e Insubstituíveis Seres.


Observem:
A Liberdade é necessária para existirmos. As nossas asas, o nosso vôo é proibido por nossa autossabotagem. Expondo apenas os nossos erros. As nossas falhas. Estamos presos por julgamentos alheios. E presos não alcançaremos o céu e o infinito. Estamos presos às nossas correntes do passado e ao nosso medo do futuro. Estamos nos limitando! Medo do amor. Medo dos livros. Medo das pessoas.
Estamos presos e sem rumo. Sem destino. Cada um na sua bolha. Cada um em seu ninho vazio.
Lágrimas caem do rosto de Deus.
Ele nos deu a liberdade e nos presenteou com a sabedoria. Infelizmente, muitos de nós dormimos com as dores da inconsequência. Observem: Não invejem a liberdade dos pássaros, não os matem, nem matem a mãe Natureza. O ser humano pode ser verdadeiramente livre se parar de promover a sua própria destruição aqui na Terra poderá voar eternamente e encantado permanecer. E insubstituível ser. A Liberdade do espírito. A Liberdade de pensamento. A Liberdade de amar. A Liberdade de sonhar.
Observem: Tantas liberdades! E a humanidade deseja aproximar-se da morte! Chegamos ao ponto de gritarmos por socorro dentro desta masmorra criada por nós. Quem nos ouvirá se não aprendemos durante séculos e séculos a respeitar a nossa sabedoria e valorizar a nossa Liberdade? 
Andréa Ermelin de Mattos. 25 de Novembro de 2020. Às 12:25h. Salvador-BA/Brasil. Pandemia.
Ao sairem de casa por favor usem máscaras! 

terça-feira, 17 de novembro de 2020

Isto é bom! Agradeça por existir. Texto: Andréa Ermelin de Mattos.

 

Foto: Andréa Ermelin de Mattos. 

Isto é bom! Agradeça por existir.

Nenhum preparo para a vida ou morte existe? Nenhum preparo para o amor? A vida nos ensina que o preparo, o aprendizado surgem durante a caminhada. Somente a fé em nossos propósitos e a fé em um Ser Superior podem nos apoiar em tempos tão cruciais e dolorosos como o que estamos vivendo. Começo a me perguntar o motivo de cada existência aqui no Planeta Terra. E mesmo que estejamos tristes, cansados, maduros, ainda consigo enxergar beleza na humanidade. A beleza de falar de amor, a beleza de sentir o amor, a beleza de sermos alegres, tristes, sós, acompanhados, ricos, ridículos. A beleza de provocar sorrisos. De enxugar lágrimas. De respirar. De conversar. De escrever cartas, poemas de amor. A Arte de fazer amor. A Arte de manter amores e amizades verdadeiras. A sensibilidade de ser empático. A sutileza de abraçar no momento exato em que o mundo parece virar-lhes as costas. Apreciar ótimos alimentos. Hidratar seu organismo com água límpida. Tomar um gostoso e tão aguardado banho. Escovar os dentes. Escolher um perfume ou não antes de dormir. Ao se recolher rezar pelo dia que passou. Agradecer sempre. Ao amanhecer agradecer por mais um dia. Mais uma chance de começar sem passado. Pensando apenas no agora. Visualizando cada momento. Observando cada experiência. Criando hábitos novos e saudáveis. Fabricando novos sonhos. Reunindo novas ideias. Transformando e se redescobrindo. Uma nova essência. Um novo olhar. Um outro universo. A beleza de ser Mulher. A beleza de se amar como você for. De gostar de seu jeito. Suas opiniões. A beleza de respeitar a diversidade. O plural. O feminino. O masculino. E tudo que o Amor possa interagir e concretizar. Evolução consciente. O Planeta nos obriga a evoluir em nome da continuidade dele. Em nome da continuidade de outras novas gerações. Vamos abraçar com respeito e carinho este mundo por inteiro sempre. Vamos nos perdoar. Perdoar o nosso eu com sinceridade. E perdoar à todos e todas que por razões ferinas nos fizeram sangrar. Vamos sentir o colo das nossas mães e da mãe Terra. Vamos ser gratos e não aceitarmos a negatividade em nossas vidas. Tenhamos a liberdade de nos salvarmos desta pandemia para construirmos juntos novas mentes, hábitos e transformações baseadas no Amor na sua expressão mais verdadeira e leal. Gratidão e amor, saúde e paz! Texto: Andréa Ermelin de Mattos. 17 de Novembro de 2020. Terça-feira. 

Salvador-Bahia/Brasil. Pandemia. Ao saírem de casa: por favor, usem máscaras.

terça-feira, 16 de junho de 2020

INORMALIDADES. TEXTO: BENILDA AMORIM.

                                             
Benilda Amorim. 
Foto: Arquivo pessoal.  

      
     INORMALIDADES


         Como viver e o que dizer neste tempo indizível?
         Palavras desaparecem, difícil poetizar. Pensamentos emboloram e se embaralham. Prantos. Poucas ou nenhuma alegria.
         Quarentena sobre quarentena, isolamento/distanciamento social. Nenhum beijo, nenhum abraço. Tudo hipoteticamente vivido, nenhuma certeza. As batalhas seguem numa guerra diária de números estatísticos. Féretros, sepultamentos sem velórios. Valas. Dor e horror misturam-se.
          Uma realidade assustadora, onde nos deparamos com atitudes políticas inimagináveis (ou não?) O que na verdade há de surpreendente? TODOS já sabiam, mas há os de olhos vendados (pior, que eternamente viverão de olhos vendados e em berço esplêndido!). E as máscaras usadas obrigatória e sanitariamente, em alguns, caem literalmente em outros, todos os dias.
           Muitos ainda não se dão conta do perigo na esquina que falava o poeta e que NADA SERÁ COMO ANTES, como cantou Elis. Não mais padrões da moda: marcas, grifes, para que mesmo? Roupas finas e frias recolhidas em armários, armazenadas e inúteis, sapatos sem caminhar, maquiagem e plásticas faciais desnecessárias sob máscaras!
            Professores só agora valorizados por pais impacientes com seus filhos em casa, profissionais da saúde, da segurança, garis e outros profissionais de serviços essenciais, enfim equiparados na sua importância, mas ainda todos com salários inferiores à esta real importância. Pessoas vulneráveis e desempregadas expostas na sua miserabilidade, em filas suicidas e intermináveis, em busca de auxílios emergenciais. Uma realidade chocante!
         Mas há de haver brilho nos olhos. Artistas já revelados, revelam-se. Uma réstia de esperança que emerge do viver a cada dia entre textos de Drummond, Quintana e Coralina;  ouvir e ouvir muitas vezes, Lenine dizer na sua PACIÊNCIA que A VIDA É TÃO RARA; Elis lembrar que QUALQUER DIA A GENTE SE VER, mas que  NADA SERÁ COMO ANTES; e VANDER LEE nos cutuca que é preciso RELER A ALMA e NOSSOS VALORES e sobretudo, CUIDAR BEM DE NÓS. Sabedoria nos chega nas mensagens de Gandhi, Kundera, Chaplin, Madre Teresa de Calcutá. Almas sedentas de vida e do amanhã, vivem em constante oração e a fé se sobrepõe até sobre os que até então eram incrédulos do poder de Cristo. 
           Milhares de avós de primeira viagem e uma especialmente, avidamente querendo vida e esperando Francisco para quando Setembro vier... E que esse serzinho chegue em paz e saudável, trazendo novas alegrias e esperança a esse mundo atual e inevitavelmente incerto... 
           E de novidade, apenas e tão somente este vírus invisível, mas infinitamente  letal  arrastando vidas de um planeta inteiro, enquanto vislumbra-se uma vacina e a consciência  dos seres humanos que têm que ser mais humanos do que nunca, para que possam sobreviverem. Mas vamos ter esperança e tentemos todos viver na fé e na solidariedade. E apesar das inormalidades, a VIDA PRECISA SER VIVIDA!  

Benilda Amorim
Escritora e Poeta.
                      Bahia,                            24.05.2020   
           04:02min

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Pandemia. O que estamos aprendendo?

Pandemia. O que estamos aprendendo?

Antes eu, você, todos nós poderíamos pensar: Só mais um pouquinho vou continuar dormindo na cama ou a luz do Sol é dolorosa ou chata ou sei lá, a luz me incomoda. Ou tenho que levantar cedo para trabalhar. Antes pensávamos tantas mediocridades: Compras supérfluas. Ouvir pessoas fúteis.
Estar entre seres desumanos. Antes do mundo inteiro estar se transformando em um planeta marcado por muitas dores, perdas e caos. Eu, você começamos a ver nossos jovens amigos partirem subitamente. Nossos idosos serem tratados como objetos inanimados sem respeito a tudo que viveram. Nossos  amigos negros desaparecerem por motivos injustos, absurdos e cruéis. Vimos com os nossos  próprios olhos o quanto a humanidade já estava hiper contaminada de ideologias do mal e desumanidade, violência. O mundo antes já estava um pandemônio. Para algumas pessoas quem cuida da Natureza é um imbecil. Quem cuida dos direitos das crianças e dos adolescentes, jovens e dos idosos também. Para algumas pessoas somos completamente imbecis. Quem luta pelos direitos dos trabalhadores é um babaca segundo uma minoria preconceituosa, usurpadora, elitista, ofensiva, estúpida. Quem luta por nós Mulheres é um otário para estes seres desprezíveis que alcançaram fama, dinheiro, luxo, Poder. Quando estas pessoas que costumam a pensar assim e não tem argumentos só xingamentos elas passam a querer matar, a querer destruir o mundo. Vivem num mundo rico em diversidade e não respeitam esta diversidade e os limites da nossa constituição  e querem criar uma bolha capitalista selvagem para viverem em paz. Esta babaquice, esta estupidez tem que acabar. É preciso acabar com este sistema capitalista. Este sistema que coloca muito nas mãos de poucos. É um sistema excludente, avassalador, destrutivo, violento. É preciso criar uma nova estrutura de sociedade. É preciso dar o grito de basta! Chega! Quem paga mais impostos são todos que não possuem condições de vida adequada. Esta realidade dói. Chega! Basta! Vamos pensar no todo. No coletivo. Já temos a noção que este dia que se inicia não nos pertence mais. Tudo está nas mãos de Deus. E  Deus está irado com tanta perversidade neste mundo. Mais um dia de luta em favor da vida. Mais um dia para não ter a vida sufocada. Para não morrermos sufocados. Para lutarmos também pela nossa jovem Democracia. É triste ver jovens que só querem um minutinho de fama defenderem pessoas tão desqualificadas no Poder que trazem à tona teorias fascistas e nazistas sem nem se quer compreenderem o significado da palavra Cultura. Que desprezam a grande riqueza cultural do nosso país. Que afirmam ter nojo de índios. Que diariamente incitam pessoas ao discurso patético e negacionista do "gabinete do ódio". Eles inflamam ódio por onde deixam o seu rastro de dor e sangue. No lugar desta barbaridade eles matam pessoas ingênuas através de fake news ganhando adeptos por plantarem o discurso do ódio. Uma forma de minar a confiança dos brasileiros e brasileiras  naquelas pessoas que lutam por um país melhor. Infelizmente as maiores vítimas de fake news não tiveram acesso a educação, informação, conhecimento, arte, cultura, ciência. Por não terem tido acesso a educação que narra fatos históricos verdadeiros as vítimas de falsas notícias estão sem condições de separar a verdade da mentira. Estes senhores e senhoras no Poder torturam os que são mais frágeis e atacam os mais fortes opositores e críticos deles. Destroem sonhos. Essa gente mesquinha não valoriza Deus. Eles e elas proclamam-se os próprios Deuses de uma parcela da população que infelizmente se acha representada por eles. Eles são falsos Deuses.  Vamos seguindo e lutando. "O Sol nasce para todos. Só não sabe quem não quer." Andréa Ermelin de Mattos. 03 de junho de 2020.